Memória 2016 1 e fotos

Memória da 1º Mostra PCC do ICB

No dia 20 de setembro de 2016, no turno matutino, no auditório do bloco da Pós-graduação FCA/ICB foi realizado a reflexão com os professores participantes das licenciaturas de Biologia e Ciências chamado pela 1 Mostra PCC do ICB. Coordenada pelo Prof. Saulo Seiffert. Presentes: Professores Ítalos Matos e Doriane Picanço (DGen), Olívia Gomes e Elizandra Vasconcelos (Área de Ensino - DB), Gracimar Pacheco (Botânica - DB), Thierry Gasnier (Ecologia - DB), João Victor Rodrigues (CED), Flora Benetton e Ana Lucia Gomes (DP). Inicialmente o Porf. Thierry faz um retrospecto histórico sobre a criação da PCC no curso de Biologia em 2002, em que era pouco conhecido seu conceito e práticas nos cursos na área de Biologia e Ciências, e sua implantação inicial na versão curricular de 2003 como disciplinas de estágios, educação ambiental e instrumentações para o ensino e depois como disciplinas distribuídas em vários departamentos como práticos de ensino no campo disciplinar na versão curricular de 2012, somente com créditos práticos, e somando com a disciplina de instrumentação e educação ambiental, conformando às 400 horas no curso. Também salientou o exemplo da PCC de Bioestatística e Ecologia da versão de 2012 do curso de Biologia como uma atividade de desenvolvimento de projetos de pesquisa biológica válido como experiência para vivência e adaptação para atividades de educacionais no ensino básico. Depois o Prof. Saulo Seiffert faz uma breve apresentação sobre a distribuição das PCC no curso de Ciências da versão curricular de 2010, com modelo baseada em disciplinas com créditos teóricos e práticos integrados com os PCNs no Ensino Fundamental, salientou que o acordo com o NDE da época era para serem disciplinas trabalhadas em parceria com professores de diferentes departamentos, contudo esse acordo paralisou com novos professores e chefes de departamento, e pela escassez de professores desejosos de colaborar somente os professores da área de ensino tinham assumido as mesmas. As críticas à disciplina foram mais na linha de repetição de estratégias didáticas. Comentou-se que a nova Resolução CNE/CP n. 02/2015 trás novas diretrizes e carga horária produz a necessidade de rediscutir a versão curricular presente para reformulação. Em seguida os professores das PCC presentes trouxeram um comentário sobre as atividades desenvolvidas nas suas disciplinas de PCC. Iniciado pelo Prof. João Victor com a PCC de TICs, em que indicou a aprendizagem com ferramentas digitais ligadas ao sistema Moodle, e a produção material com as TICs, em que a disciplina presente enfatizou a produção de vídeos didáticos. Depois a Professora Gracimar Pacheco trouxe comentários da PCC Botânica e Zoologia, iniciando com um pouco da sua vida como educadoras nas instituições particulares, em que havia mostras didáticas, e trouxe esta ideia para comitê de planejamento do ICB, e junto com o Prof. Saulo, planejou-se a Mostra Pedagógica presente. Falou que pouco avançou na produção didática em Botânica com os alunos, e relacionou o pouco tempo (15 horas para botânica e 15 horas para zoologia) no curso de Biologia, em que teve menos de seis aulas, e mesmo como e simulo como prova final não foi suficiente em relacionar conteúdo científico rigoroso e material didático adequando ao ensino básico. A Profa. Olívia continuou com o relato na PCC de Educação Ambiental, em sua abordagem foi diferenciada, em que focou na ação prática de enfrentamento de circunstâncias que mostram problemas ambientais causadas pela ação antrópica, na sua atividade foi construção coletiva de projetos de ação com diagnostico e proposta de enfrentamento, acompanhada de ações para solucionar ou diminuir os problemas. Na sua fala manifestou felicidade em que cada professor proporciona experiências formativas propiciais para os licenciandos com estratégias diferencias e ligada a sua área de competência profissional. A Profa. Flora e Ana Lúcia apresentaram o beneficio da sua experiência com alunos na PCC de Parasitologia, em que ressaltaram a questão de ser no final do curso, em que já estudaram o conteúdo básico de Parasitologia, já são mais maduros, e são normalmente poucos alunos. O produto foi à produção jogos didático, em foi aplicado em projetos de extensão. Professores Doriane e Ítalo explanaram que da PCC de Genética e Evolução, inicialmente de responsabilidade de outro professor que trabalhava com modelos comestíveis e elaboração de jogos com junto aos projetos de extensão, foi herdado por eles, que procuram fazer a mesma atividade, com a ideia de fazer um caderno de atividade de ensino com ênfase em aulas práticas. Informam que a disciplina chegou com surpresa, pois não se consideraram preparados para a mesma, mas foi positiva a experiência. Não foi possível fazer o caderno, mas buscou-se indicar a necessidade de haver proximidade com a escola para que práticas não fiquem descontextualizadas e sem aplicabilidade, sugeriram-se projetos de extensão, por exemplo. Por fim, os professores Elizandra e Saulo, explanaram experiências diferentes. A prof. Elizandra recebeu a disciplina para ser ministrada quase toda no período de férias, logo teve ser um processo acelerado, e informou que os alunos reclamavam de repetição de estratégias, pouco contato com a escola e não perceber função da disciplina, uma vez que não haviam estudado didática ainda nas disciplinas de Prática de Ensino 1 e 3. Houve pontos positivos com a necessidade refletir dentro da conceitualização do ensino de ciências e a elaboração de propostas didáticas. O prof. Saulo relatou que há diferença da disciplina que recebeu da versão curricular de 2003 e de 2012, em que os primeiros tinham mentalidade de biólogo, pelo qual resistiam à ideia de serem professores, pois somente no terceiro ano de curso que realmente começavam a ter contato com a escola e com teorias não biológicas ligadas ao ensino. Na versão 2012, muitos alunos por terem outras PCCs já aceitavam a ideia de tornarem-se professores e sua importância, apesar de ocorrer ainda muitas resistências, em especial por não ter um corpo conceitual ligado ao ensino de biologia. Assim, na PCC de Instrumentação houve o foco de refletir sobre os conceitos ligados ao ensino de biologia que produção de recursos didáticos em si, desta forma, muitos alunos não gostavam da disciplina, pois necessitava de leitura de textos das ciências humanas e da educação, em que não estavam familiarizados. Contudo, houve resultados positivos, pois aumentou relatos de escolhas pela profissão docente e por outros em ingressa em pós-graduação de ensino de ciências. Depois das verbalizações foi aberto para dialogo público. A Prof.ª Maria do Carmo abriu com a pergunta: é correta a forma de PCC do curso de Biologia? Foi respondido por diversos professores que segundo a lei não há modelo feito e correto, em que cada instituição cria seu modelo, e no qual existem uns que predominam em frequência que outros, por exemplo, agregar as horas de PCC dentro de disciplinas. Mas ocorre negligência de alguns de não utilizar àquelas horas para o propósito de PCC e utilizam como horas a mais da disciplina. Por isso que o modelo da Biologia procura distribuir e atribuir responsabilidade com ementa sobre isso. Outra questão levantada por alunos foi à repetição de estratégias em ficou evidente a falta de alternativas didáticas, foi dito que coletariam essa informação e seria discutido com o NDE. E por fim foi dito que as ementas da Biologia são muito semelhantes, sem uma reflexão pedagógica sobre como o conteúdo biológico é apropriado para ensino básico. Neste caso, foi indicado o trabalho da pedagogia universitária do grupo de pesquisa Educiama, em que tem convidado professores para refletir sobre suas práticas pedagógicas no ensino superior, podendo ser uma alternativa para refletir sobre as ementas. Ocoreu as apresentações de propostas didáticas e atividades desenvolvidas nas disciplinas de PCC em que houve avaliaçào e comentários dos professores das próprias disciplinas e colaboradores docentes da SEDUC/AM coordenados pelo Professor Rafael Ferreira (SEDUC/AM). Finalizado a discussão, eu Saulo C. Seiffert Santos lavre esta memória. 

Fotos da 1º Mostra Pedagógica ICB (2016/1)

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